20/05/18 domingo
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Concerto

  • Orquestra Sinfônica Heliópolis

    A Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH), principal formação do Instituto Baccarelli, promove prática orquestral e conhecimento de repertório sinfônico a alunos avançados da instituição. Com direção artística de seu maestro titular, Isaac Karabtchevsky, a orquestra, reconhecida internacionalmente por sua qualidade artística, tem como patrono o maestro indiano Zubin Mehta, que visitou a instituição em 2005 e se encantou com o poder da música enquanto ferramenta de transformação social. Até hoje, a OSH é a única orquestra de toda a América do Sul que teve a oportunidade – e orgulho – de ser regida por Mehta. A versatilidade do grupo permite à Sinfônica transitar pelo universo da música de concerto e da música popular, mantendo alto padrão de excelência na execução das obras. Assim, já se apresentou sob a regência dos maestros Zubin Mehta, Peter Gülke, Yutaka Sado, acompanhada de Julian Rachlin, Erik Schumann, Domenico Nordio, Paula Almerares, Leonard Elschenbroich, Arnaldo Cohen, Jean-Louis Steuerman, Antonio Meneses, Ricardo Castro e de artistas populares consagrados como Ivete Sangalo, Milton Nascimento, João Bosco, Luiz Melodia, Lenine, Paula Lima, Toquinho, Fafá de Belém, Ivans Lins e Daniela Mercury, entre outros. O grupo já tocou em palcos como a Sala São Paulo, os Theatros Municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro, Gasteig (Alemanha) e Muziekgebouw (Holanda), além de ter participado de eventos como o Festival Beethoven (Bonn/Alemanha) e Rock In Rio, com Mike Patton.

     

  • Edilson Ventureli regente

    Regente titular da Orquestra Juvenil Heliópolis e regente adjunto da Orquestra Sinfônica Heliópolis, Edilson Ventureli iniciou os estudos de piano aos cinco anos. Aos treze, ingressou no Coral Baccarelli e, sete anos mais tarde, tornou-se preparador e regente associado da Orquestra de Concertos de São Paulo e do Coral Baccarelli – posição que ocupou até 2003. Aperfeiçoou-se em regência orquestral com Ira Levin (2004-05), Roberto Tibiriçá (2005-10) e, desde 2010, é orientado por Isaac Karabtchevsky, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Heliópolis. Nos últimos anos, participou regularmente do Musica Riva Festival (Itália), onde regeu a World Youth Orchestra, a SYOA – State Youth Orchestra of Armenia (Orquestra Juvenil Estatal da Armênia), Orquestra Reino de Aragón (Espanha) e LVIV Philarmonic Orchestra (Ucrânia). Em 2015 foi homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no Instituto Baccarelli e, em 2016, condecorado pela ordem Carlos Gomes por sua atuação como maestro.

  • José Staneck harmônica

    Chamado de David Oïstrakh da harmônica, pelo crítico francês Oliver Bellamy, e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich, pelo crítico Luiz Paulo Horta, por sua atuação na divulgação do instrumento, Staneck desenvolve um estilo próprio onde elementos tanto da música de concerto quanto da música brasileira e do jazz se fundem numa sonoridade marcante. Estudou harmonia com Isidoro Kutno, análise musical com Hans-Joachim Koellreutter, e interpretação musical com Nailson Simões. Obteve o título de Mestre pela UNIRIO, em 2017. Como diretor da Musiarte durante 15 anos, desenvolveu importante trabalho na área educacional, e atualmente viabiliza um trabalho social de inclusão cultural, atendendo comunidades desfavorecidas e projetos sociais, levando o ensino de música através da gaita para crianças em diversas locais do Brasil. Atua com diferentes formações camerísticas e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras e internacionais.

Benjamin Britten
Sinfonia Simples, Op.4
Sérgio de Vasconcellos-Corrêa
Concerto Para Gaita de Boca e Orquestra [Estreia Mundial]

CONCERTO PARA GAITA DE BOCA E ORQUESTRA [estreia mundial]

  1. Um jovem maestro de Curitiba (Daniel Bortholossi), que conheci criança (tinha ele na época onze anos), localizou-me aqui no Guarujá, depois de muitos anos, e pediu-me que escrevesse um concerto para gaita (harmônica de boca), pois, um extraordinário gaitista paranaense, o Ronald Silva, estava interessado em uma obra com essas características. A ideia me interessou e logo iniciei a composição. 2. Ao terminar o primeiro movimento tive a infelicidade de perder meu filho, Paulo Sergio, aos 41 anos. 3. Após esse infausto acontecimento, fiquei mais de um ano afastado da composição. Não tinha mais ânimo. Continuei apenas dando aulas, por obrigação. A música ficou esquecida. 4. Um dia, terrivelmente abatido pelo acontecido, profundamente angustiado, começou a brotar em minha mente uma sequência de sons, que acabei por registrar no papel. Esses sons me levaram a tentar escrever música novamente e resultaram no segundo movimento do Concerto Para Gaita. 5. Algum tempo depois, para dar continuidade ao projeto e para aliviar a pressão negativa de que estava imbuído, escrevi o terceiro movimento. Com a obra concluída, entrei em contato com o Ronald Silva, a quem dediquei o trabalho. Trocamos correspondências e, quando a obra estava para ser estreada, deu-se outro infausto acontecimento, faleceu o grande Ronald Silva. É esse o Concerto que dou a conhecer, graças à amizade sincera de outro excepcional ex-aluno, que dia a dia vem se firmando no cenário musical do país como um dos mais destacados músicos, o maestro Edilson Ventureli, e à boa vontade do solista, José Staneck, nome que dispensa qualquer apresentação. Quanto à Orquestra Sinfônica Heliópolis do Instituto Baccarelli, o que dizer? Apenas que estamos assistindo ao surgimento de músicos maravilhosos que, com certeza, irão encher de alegria os apreciadores da boa música do Brasil.

SÉRGIO DE VASCONCELLOS-CORRÊA

Orquestra Sinfônica HeliópolisEdilson VentureliJosé Staneck

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